#19 Bambolê
mar 28
Eu poderia dizer que o fim de semana não teve nada de mais, mas não existe dia sem acontecimento, não é? Os de hoje foram 1) ganhamos um sofá (bem, ainda não, a Ana precisa mudar antes e precisamos reestofar as almofadas tortas – mas ele já é nosso na promessa) e 2) fui rodar bambolê com outras pessoas no MAM.
Até agora, tentar rodar o bambolê tem sido uma atividade solitária. Sou eu sozinha derrubando coisas em casa, assustando gato, ou então eu sozinha na praça Paris nas terças e quintas. Às vezes o Marcos vai comigo, mas é mais difícil. Mas mesmo sendo apenas eu e meu amigo YouTube, aprendi a rodar o negócio. Ou quase. Tem dias que ainda não dá muito certo, não consigo ficar estável. E só consigo rodar pra um lado, sem grandes invencionismos.
Mas quer saber? Estou gostando. É uma das poucas coisas aeróbicas que uma mulher do meu tamanho consegue fazer sem arrebentar nenhum pedaço do corpo. E é uma das poucas coisas onde encontrei um nível de desafio que me mantém tentando, mesmo depois de 30, 40 minutos sem conseguir nenhum avanço aparente. Aí, no fim da noite, você percebe que está rodando um pouco mais ou um pouco melhor do que antes. Ou consegue dar uma voltinha, descobrir uma posição mais confortável, e até arrisca fazer uma cara mais feliz no meio de tanta canseira. Bebe um litro de água (minha média pra uma hora de treino despreocupado, porque de fato você não nota o tempo passando), senta na grama, ri pro guarda que está intrigado com a situação. E descobre que está curtindo muito isso tudo.
Aqui tem uma materinha um pouco antiga sobre bambolês, com um tutorial de como fazer o seu no finzinho.
BAM!BAM!BAM! no Radar/TVE from BAM!BAM!BAM! on Vimeo.
Quem me vendeu o meu e organizou o encontro de domingo foi a Verinha do Bambambam!
